sábado, 28 de fevereiro de 2015

Até depois.

Se algum dia te lembrares de mim e nessa vasta memória chegares ao meu nome, ou se me encontrares por acaso no outro lado da estrada e só depois no resto do mundo, só te quero dizer que 

mesmo quando deixei de te escrever em papel, é porque apenas os meus lábios o começaram a fazer. E se não souberes chegar a esses sítios onde quereis habitar, estou onde me quiseres encontrar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Às vezes.

Escrevo-te as minhas palavras, as minhas e as dos outros. Sentindo apenas medo, mas só às vezes. Não sei se espere ou se te abandone algures no meu coração, ou desapareço. Talvez seja isso que queres, mas não te posso prometer nada. Nada que não queiras, ou eu não queira. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015


Quero adormecer a pensar em ti para que possa sonhar contigo. Sonhar contigo fazem-me desejar ficar a dormir para sempre, onde posso tornar tudo realidade. Eu quero isso, mesmo.

Fala comigo, por favor.